Purgatório
O pulsar se torna forte,
A matéria estremece.
O espanto toma conta.
A espinha desaquece.
O porvir dos fatos,
A vida toma fôlego.
O amor se diz ausente,
A carne vira osso.
O homem antes vigor,
A dor se torna prece.
O medo antes fosco,
A morte faz seu cerque.
O dia se torna mês
À madrugada infanta
Oh vida de burguês
Ah vida de esperança.
Muito bom, amigo.Sua escrita grita você e isso faz uma bela forma de reflexão.Continue a escrever!
ResponderExcluirAgradeço seu apreço. Vivo, portanto escrevo! Abraço!
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